24 de dez de 2010

Olga a nos escorrer



entre ela e nós
rios céus em imensidões úmidas de recordações.
as gotas, insistentes a cair, como que as despencavam
– e nos uniam ainda mais.


 
ali reverenciamos sua memória
cada qual a sentir a marca própria
do escorrer da ausência dela por dentro.

19/dez./10

2 comentários:

  1. A Ariane me apresentou ao "gotas" nesta noite; afinal havia uma libélula inusitada por aqui!... Pouco antes eu e Heraldo conversávamos sobre as perdas, sobre os amados q se vão... sobre Olga... sobre o sentimento que cada um sente e que é um sentir tao proprio, de uma forma tão de cada um, que não se exprime, nao se compara, não se transmite em palavras que o outro possa entender. E ao ler aqui agora o que vc escreveu, só veio compravar as palavras soltas por ele.
    Parabéns por Varal de Gotas.

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  2. Olá, Janaína! Seja bem-vinda por aqui! Obrigado por tua reação, nessas sensíveis colocações.

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obrigado por suas gotas!